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Matéria do Le Monde Diplomatique desse mês é mais uma voz questionando os planos de austeridade de algumas potências e do FMI em relação a Grécia.  De acordo com o texto,

“para as Nações Unidas, um Estado não poderia fechas suas escolas, suas universidades e seus tribunais e negligenciar seus serviços públicos ao ponto de expor sua população à desordem e à anarquia, simplesmente para dispor dos fundos necessários para cumprir com suas obrigações em relação aos seus credores estrangeiros”.

Em resposta ao medo de inflação e “desarmonia” da economia preconizada pelos ortodoxos, citam Joseph Stiglitz: “tanto a teoria quanto a prática sugerem que o temor do fechamento da torneira de crédito foi exagerada”. Impressionante que até o New York Times entra no balaio dessa crítica: “(…) em caso de reestruturação, são os contribuintes – em vez dos investidores – que pagarão a conta”.

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