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Começam manifestações contra a corrupção do poder financeiro global. Diz editorial da Carta Maior:

Um esboço de coordenação e de plataforma comum começa a ser articulado por lideranças das mobilizações de rua de países europeus. A grande novidade há muito ansiada pela esquerda mundial é a possível adesão de movimentos civis norte-americanos aos protestos que convergem para dois pontos: mais democracia,  menos poder às finanças desreguladas. Tudo ainda muito incipiente, mas é certo que o amálgama tem a força da coerência: uma coisa depende da outra e a saída para a crise depende das duas.  

Essa articulação encontra seu ponto de partida no movimento “Occupy Wall Street“, que promete um protesto pacífico no dia 17 de setembro deste ano. Parece haver pequena mobilização em torno de São Francisco e Madrid também. Em tempos de volta à pauta da Taxa Tobin, serão tais plataformas mecanismos eficientes de luta e oposição ao modelo vigente? Conseguirão ter peso na quebra de valores, similarmente aos movimentos civis de outros tempos (principalmente nos EUA)? Aproximam-se do ponto crucial da ferida? Terão força de enfiar o dedo nela?

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